A Voz do Povo

O ato de nomear é atributo da voz.

É a voz que insculpe, através dos dedos e das palmas, os vestígios e a Poesia primeva.

Nas cavernas e ao vento.

No Éden e no Jardim das Delícias. É a presença circundante e o marco da memória.

A voz contém o lugar e o nome: o signo vivo no tempo. Os nomes são carregados de sentidos e particularidades: a história e a dimensão da verdade. Quem sabe pronunciar um nome da forma correta, distingue-se pela sabedoria.

A aventura da linguagem é a filha da voz. É a voz o instrumento da Arte da Palavra. O nomear é o sentir do Povo e o agir da memória coletiva. Razão e Emoção. O tempo passa, a memória fica. E fica a palavra exata e sincera. Que onde caminha é e está a voz do Povo!

Porque é.

O grito da Liberdade na Parnaíba é o grito do Gurgueia: dito e confirmado no Jenipapo.

É a voz do Povo!

A voz que nomeia e diz: Mardson.

Que preferiu o Brazil às armas portuguesas. Pois do Brazil é filha.

A palavra nova da Última Flor do Lácio, a voz do Povo.

Bom Jesus – PI, 18 de novembro de 2020.

Mardson no areia de praia no Pacífico Sul. Mar do Chile, julho de 2014.
Mardson e o Mar do Chile. Julho de 2014.
Mardson escrito em árabe. Por ocasião da 46a Data Nacional dos Emirados Árabes Unidos, em Brasília.
Poema-acróstico de Mardson escrito pelo Poeta Paulo Tabatinga, em novembro de 2020.
Segunda versão de poema-acróstico de Mardson escrito pelo Poeta Paulo Tabatinga, em novembro de 2020.

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